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The Renaissance of Etching. Catherine Jenkins, Nadine M. Orenstein, e Freyda Spira.





The Renaissance of Etching. Catherine Jenkins, Nadine M. Orenstein, e Freyda Spira.
Língua inglesa, Capa dura, 304 páginas. Ed. The Metropolitan Museum of Art/ Yale University Press, Out 2019. PVP 88 €

A Gravura, entendida como técnica de incisão em superfície metálica, teve o seu início como registo ornamental feito em armaduras, funcionando as figuras riscadas como protecção, elemento de identificação ou ostentação. Quando a técnica passou a ser utilizada como forma de produção de imagens autónomas através da tintura e impressão da matriz, no final do século XV, abriu um campo de possibilidade ao trabalho dos artistas.
É sobre esse processo evolutivo da gravura, desde o alvor da técnica até esta se transformar num campo artístico plenamente firmado que dá conta este extraordinário catálogo. Resulta de uma das mais recentes exposições realizadas (em parceria) sobre o tema, apresentada no Metropolitan Museum of Art, em Nova Iorque (Out. 2019–Jan. 2020), e no Albertina Museum, de Viena (Fev.-Out. 2020) e compila ensaios teóricos contemporâneos a par de uma selecção aprimorada de trabalhos dos principais cultores da disciplina, desde os pioneiros Albrecht Dürer, Jan Gossart, Pieter Breughel o Velho, Parmigianino, aos menos conhecidos praticantes com Daniel Hopfer ou Lucas van Leyden, entre tantos outros.
Pela mão dos artistas, sucede-se a criativa imagética que ao longo de séculos dá conta das contradições e preocupações humanas, desde a interrogação do tempo, a ideia de finitude e morte, a vaidade, os pecados e castigos, as crenças e as guerras, mas também os encantamentos mais poéticos ou os registos atentos de observação da realidade que se queria cativar, para lá do efémero.


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